Cidade de Minas registra dois tremores de terra em 11 minutos

O tremor foi registrado por volta de 10h08

O tremor de maior magnitude foi registrado por volta de 10h08O tremor de maior magnitude foi registrado por volta de 10h08

Uma série de dois tremores de terra foi registrada no município de Frutal, no Triângulo Mineiro, nesta terça-feira (18 de junho), de acordo com o Observatório Sismológico da Universidade Federal de Brasília. Um dos abalos sísmicos chegou a magnitude 4,1. 

O tremor foi registrado por volta de 10h08. Instantes depois, às 10h19, um novo abalo foi registrado, dessa vez de magnitude 3.3. 

Até por volta das 12h10, a Defesa Civil de Frutal havia recebido três ligações de moradores da cidade afetados pelo tremor. “Recebemos relatos de trincas em casas. A princípio, ocorrências simples”, relatou o cabo Gil da Defesa Civil municipal.

“No quartel, sentimos o tremor também, por poucos segundos. A sensação foi de como se estivesse passando uma máquina, um caminhão muito pesado na rua, mas não chegou a derrubar objetos,” contou à reportagem de O TEMPO. 

Nas redes sociais, moradores relatam o momento do tremor. Um internauta afirmou que seu celular emitiu uma alerta devido ao incidente. “Eu tava dormindo e meu celular tava dando sinal de alerta”, escreveu. Outra moradora afirmou que foi acordada pelo barulho. “Nova Frutal eu estava ainda deitada fui acordada pelo barulho e minha cama parecia que ia sair do lugar”, conta. 

Uma mulher contou ainda que a parede da casa de sua vizinha teve rachaduras. “Eu também não senti nada minha vizinha de fundo da minha casa rachou até a parede dela estranho né eu estava na área sentada”, relatou. 

De acordo com o Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), desde 2015, já foram registrados 22 pequenos tremores na região de Frutal-MG, sendo este de magnitude 4.0 ocorrido nesta terça, o maior deles. Este evento foi registrado em estações de Rede Sismográfica Brasileira distantes mais de 1300 km do epicentro. Desde abril de 2023, há um sequência de tremores nessa região sempre com magnitude menores que 3.

 

Fonte: O TEMPO