Em Minas, Bolsonaro assina decreto que prevê R$ 5,8 bi para bacias hidrográficas.

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Presidente assinou documento que libera repasse de recursos nos próximos 10 anos;

Bolsonaro assina projeto Jornada das Águas
Em São Roque de Minas, Bolsonaro assina jornada das águas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou, nesta segunda-feira (18), em São Roque de Minas, no Centro Oeste de de Minas, um decreto para investimento previsto no processo de capitalização da Eletrobras de R$ 5,8 bilhões para ações de revitalização de bacias hidrográficas.

Ao todo, serão R$ 3,5 bilhões para as bacias do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba e outros R$ 2,3 bilhões para as bacias dos reservatórios das usinas hidroelétricas de Furnas. Os recursos serão repassados ao longo de 10 anos.

O presidente discursou após assinar o decreto. Bolsonaro falou das obras da transposição do Rio São Francisco.

“As obras do São Francisco começaram com Dom Pedro, outros governos fizeram um pouco, eu sei, mas desde 2012 não se faz obra do projeto e meu governo concluiu todas”, afirmou.  Bolsonaro aproveitou para criticar o ex-presidente Lula.

“Aquela lá fez, fez metro em Caracas, Porto em Cuba”, disse.

Bolsonaro volta a criticar passaporte de vacina

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a dizer que não vai exigir passaporte da vacina para a população. Em evento, nesta segunda-feira (18), em São Roque de Minas, o presidente defendeu a escolha da população em tomar os imunizantes.

“Eu tinha poder por meio de decreto exigir passaporte da vacina, mas nao fiz, porque respeito a liberdade de vocês de escolher tomar ou não a vacina, que são todas ainda experimentais”, afirmou.

Bolsonaro ainda citou personalidades que tomaram as duas doses e se contaminaram com Covid-19.

“O ministro da Saude vacinou com as duas doses e contraiu a doença, a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, também contraiu”, ressaltou Bolsonaro.

O presidente também aproveitou para defender o uso de medicação sem comprovação de eficácia contra Covid-19.

“O médico tem autonomia de definir junto com o paciente, quando não se tem alguma solução, a utilização de remédios que  não estão na bula, o chamado tratamento off label”, pontuou.

JORNAL O TEMPO