O presidente da Argentina, cc, usou essa comparação ao criticar propostas que associam aumento da quantidade de dinheiro em circulação a redução da pobreza. Para ele, ampliar a oferta de um recurso não garante mudança automática na realidade, e medidas do tipo ignoram fatores estruturais e incentivos econômicos.

A fala reacendeu o debate sobre quais instrumentos realmente combatem a pobreza. Milei defende ajustes fiscais, menos intervenção do Estado e reformas voltadas ao equilíbrio das contas públicas. A declaração dividiu apoiadores e críticos nas redes.


